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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

felicidade


O tema da felicidade seduz-me como poucos outros. Há gente que faz da sua divulgação, paixão e sustento. Agora é um espanhol, economista e ex-ministro, cujo nome já escapou à minha desgraçada memória, que, recentemente, lançou um livro em que aborda a felicidade a partir das representações que as pessoas fazem dela, trabalhando os números para, a partir deles, propôr caminhos que, trilhados, conduzam a um fundo o mais parecido possível com essa ideia muito vaga que é a felicidade. A construção de acessibilidades para uma abstração tão cheia de significações como é a felicidade parece-me bem mais complexa do que a fase de conclusão em que o último troço da lisboeta CRIL se encontra.

Da reportagem da TV, donde tomei conhecimento do livro e do espanhol retive a transcrição de um provérbio, daqueles que costumam estar escritos em peças de loiça que decoram as paredes das tabernas e dos cafés. Por sobre aquela loiça, algures, dizia assim:

“ A FELICICIDADE É A ÚNICA COISA QUE SE PODE SEMPRE DAR, MESMO QUE NÃO SE TENHA”